quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Resenha #21 - Escola de um Destino

Postado por Diarios De Leitura - quinta-feira, agosto 29, 2013 - com 2 comentários




Ficha técnica

Título: Escola de um destino
Autor: Sidney Santborg
ISBN: 9788563194428
Páginas: 85
Ano: 2011
Editora: Livros Ilimitados




Resenha

Quatro jovens nordestinos têm uma oportunidade única em mãos: se mudar do de suas cidades interioranas para o Rio de Janeiro e frequentar uma das universidades de maior prestigio do país, vários alunos recém-formados são contratados por grandes empresas e os cursos possuem altos índices de concorrência. Nossos garotos se esforçam e conseguem passar na prova de seleção, fazem uma viagem cheia de dificuldades, porém finalmente chegam à cidade maravilhosa e descobrem que a faculdade em que se matricularam não é maravilha que aguardavam.

Logo ao chegarem, percebem que a localização da instituição é péssima, envolta por favelas, o tráfico e outros crimes é algo muito presente na rotina dos estudantes, a grande maioria dos mesmos são estúpidos e mal educados e na primeira noite no alojamento, um tiroteio ocorre em uma favela próxima. Muitas serão as dificuldades que os jovens irão passar e alguns não chegaram ao final de seus objetivos.

Essa história mais se parece com um protesto singelo de todos os problemas que acontecem no meio acadêmico, porém o autor quis explorar todas as situações possíveis em um enredo pequeno, com isso a estória possui alguns pontos negativos. Os personagens não possuem profundidade, eles têm características genéricas que apenas os classificam com um fator de sua personalidade (calmo, agitado, desleixado), as situações que passam são pequenas e possuem uma resolução rápida, não deixando tempo para que os personagens sejam mais bem elaborados.

É explicito que o ambiente em que a estória se passa é uma universidade, mas o autor se foca apenas em alguns lugares e assim parece que todo o complexo de prédios que forma uma universidade se resume em apenas um único prédio, como se as acomodações, as salas de aulas e outros ambientes estivessem no mesmo edifício. Outro fator ligado ao ambiente universidade é o tempo, sabemos que um curso de ensino superior possui em média quatro anos de duração. Como o livro tem um volume pequeno de páginas, sentimos que apenas um ano se passou e vários outros pontos que poderiam ser explorados pelo autor são deixados de lado.

As situações que os personagens passam são interessantes, como o autor colocou quase todo tipo de situações que poda ocorrer numa escola, fica fácil o leitor se identificar com algo que possa ter ocorrido com ele. Mas esses acontecimentos poderiam ser mais explorados, os diálogos mais bem trabalhados, a narrativa acontece em terceira pessoa e o narrador supre toda a necessidade de conversas entre os personagens, o que ajuda a perderem mais suas identidades.

O autor explica as intenções do livro nas últimas páginas, os acontecimentos da estória é algo que parece, mas não é, deveriam ter sido mais elaborados, a leitura deste livro é rápida e simples, seu acabamento é um papel levemente mais grosso que o habitual, o leitor irá se identificar com alguma passagem e todo o final da trama possui uma ligação com o título desta obra.






Boa Leitura.


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Resenha #20 - A Ordem Perdida

Postado por Diarios De Leitura - terça-feira, agosto 27, 2013 - com 2 comentários
Título: A ordem perdida
Autor: Gabriel Schmidt
Páginas: 168 
Ano: 2012 
Editora: Novo Século





Resenha


Antes da criação do mundo, havia dois grupos de Titãs, um do bem e outro do mal, sendo que cada grupo era formado por três Titãs. Oz, que era do bem e Sahó, que era do mal, acabaram se apaixonando e desse amor proibido nasceram quatro mestiços (deuses). Os outros Titãs descobriram o romance e resolveram unir suas forças para mata-los e também a seus filhos. Oz e Sahó acabam morrendo para protegê-los, e como vingança, declararam guerra contra os Titãs restantes e venceram. Porém sobrou um último Titã do mal, Magãn, que vai dar um pouco de trabalho no decorrer do livro.

Atualmente
Os deuses ficam de olho nos casais que querem ter filhos e não podem, sendo assim, entram em contato com a família e fazem um acordo no qual tem que cuidar da criança como se fosse seu filho, porém na hora certa os deuses o pegarão de volta para dar todo treinamento necessário a um semideus. É quando Avél entra na história. Seus pais aceitaram esse acordo com o deus da Energia, porém nada sabe a respeito disso. Ele tem 13 anos e está em um dia normal na escola com seus amigos, quando de repente vê um homem muito estranho que fala com ele através do pensamento. Isso o deixa assustado e conta o ocorrido para seu amigo Carl. No mesmo instante, Carl e os outros meninos o levam para o banheiro e começam a bater em Avél, que não está entende nada do que está acontecendo. E aquele cara estranho, chamado Harte, filho do deus do sol, o salva e o leva para o castelo Yethis. Lá conhece outros semideuses como ele: Angie, Tétrada, Driátolun, Lilip, Green, Áurea, Harte, Iáfia e Gabriel. 

O Castelo Yethis é uma escola para semideuses aprenderem a controlar seus poderes e suas habilidades e logo são enviados a uma missão para encontrar a Ordem, que é um objeto poderoso que se cair nas mãos erradas, podem acabar com o mundo. E nessa missão eles vão enfrentar muitos perigos até alcançarem seu objetivo.

O livro é pequeno, mas eu não consegui ter uma leitura fluída em algumas partes porque cada capítulo do livro é narrado em primeira pessoa por um personagem diferente, entre 8 dos citados acima. Por essas constantes mudanças, não consegui me apegar a nenhum personagem e isso me desanimou um pouco, não fiquei tão empolgada em saber o que irá acontecer com aquele personagem que teria me apegado.

Por outro lado, a escrita em si é de fácil entendimento e isso acelera mais a leitura, porém achei que faltaram alguns detalhes principalmente do treinamento dos Yethis, já que o autor focou mais na missão. Aliás, a missão foi a parte que mais me prendeu no livro, queria saber o que ia acontecer e isso contribuiu para o rápido término da leitura. O final é ótimo e deixa aquela expectativa para o próximo livro.

Por ser uma estória mitológica, mesmo o autor trocando os nomes dos titãs e dos personagens, acabei lembrando de Percy Jackson em várias partes, acredito que o autor pegou algumas estórias como base para criar seu universo.

Por fim, é uma leitura que vale a pena para quem gosta de mitologia e para quem não gosta é interessante para conhecer esse universo.

O autor Gabriel Schmidt enviou um exemplar para sortear aqui no blog, fiquem atentos!






sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Resenha #19 - Turma da Mônica Jovem

Postado por Diarios De Leitura - sexta-feira, agosto 23, 2013 - com 3 comentários




Ficha técnica



Título: Turma da Mônica Jovem

Autores: Mauricio de Souza, Marina Takade e Souza, Petra Leão
Páginas: 130
Ano: 2008 – publicado atualmente
Editora: Panini







Resenha

A pequena e famosa turminha do bairro do Limoeiro que encantou gerações de leitores retorna às bancas com uma repaginada para ninguém mais chamar de “pequena”. Turma da Mônica Jovem apresenta nossos velhos personagens conhecidos em novas aventuras agora com temáticas mais adolescentes, eles frequentam o colégio, namoram, trabalham e tem uma gama diferente de problemas a resolver.

Todos os personagens estão com novos visuais, muito disso devido ao estilo que o quadrinho está sendo feito, em mangá, porém todos trazem seus traços marcantes que os caracterizam (Mônica com seus dentes ímpares, Cebolinha com seu cabelo espetado) e também suas personalidades, porém algumas mudadas (Cascão toma banho, mas ainda sente algum medo por água, Magali faz regime para controlar o peso, mas às vezes perde a linha).

A narrativa destas estórias continuam as mesmas dos quadrinhos clássicos, você tem um foco central do roteiro que é seguido, em paralelo temos as interações dos personagens com o leitor, brincadeiras de que os personagens sabem que estão em um quadrinho é algo muito comum, comentários sobre o novo estilo de desenho não ficam para trás. Tentando tratar vários assuntos atuais da juventude, o uso de uma veia cômica é algo que Mauricio de Sousa não esquece em nenhum de seus quadrinhos da turminha.

Ao passar do tempo (desde o começo da série até atualmente) vemos uma grande evolução tanto do roteiro, com assuntos mais elaborados do cotidiano e não apenas aventuras aleatórias (que as vezes são presentes na obra), quanto do desenho, anteriormente utilizando uma estética mais infantil que lembrava muito as antigas “revistinhas” mudando para um estilo de traço mais adulto, os personagens possuem mais curvas anatômicas em seus corpos, e seus rostos ficaram menos cartoonescos.


Sinceramente não compreendo por que ainda compro mensalmente esta revista, deduzo que com o passar do tempo me apeguei a ela, e a coleção também já chegou a um tamanho que não vale a pena parar, esta série recebeu muitas críticas negativas, algumas com certa razão, porém está evoluindo e não podemos negar que esse fato é muito bom. A edição de número 50 tem uma visão do futuro em que Mônica e Cebolinha estão adultos e casados, é uma grande homenagem a todo velho leitor da turminha, todos os detalhes e referências da antigas histórias estão lá em um cotidiano de uma casal brasileiro, as brincadeiras, as situações difíceis, as intimidades.

O cuidado com a revista para que ela tenha as características físicas de um mangá também é muito presente, o tipo de papel e as impressões pretas e brancas podem causar uma estranheza a primeira vista, mas com o tempo é algo que se acostuma. Uma revista que começou com uma temática infanto-juvenil está mudando aos poucos para algo mais maduro, trazendo brincadeiras e assuntos da juventude de uma maneira equilibrada que pode agradar até os mais puritanos que se deixaram levar pela nostalgia de uma novidade.




Boa Leitura.


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Filme #1 - Cidade dos Ossos

Postado por Diarios De Leitura - quinta-feira, agosto 22, 2013 - com 3 comentários
Ontem, 21 de agosto, foi a pré-estreia de Cidade dos Ossos e nós fomos conferir para contar para vocês em primeira mão.

Essa resenha cinematográfica contém SPOILER.

O filme é uma adaptação do livro, ambos são voltados para o público jovem e se foi além das expectativas de muitos fãs.

Clary é uma garota normal, que mora com sua mãe Jocelyn e conta com frequentes visitas de Luke, amigo de Jocelyn, e Simon, seu melhor amigo. Clary e Simon vão ao Pandemônio e lá ela presencia um assassinato que aparentemente foi a única que pôde ver o que aconteceu. Após esse fato, Jace (um dos caçadores de sombra que estava no Pandemônio) vai atrás dela e em seguida sua mãe é sequestrada por Valentim. Até aqui tudo nos conformes como o livro. Porém eu achei que para quem não leu o livro, faltaram muitas, muitas explicações. Os fatos acontecem rápido demais, sem dar tempo para processar como isso aconteceu. É totalmente compreensível ter mudanças por conta da adaptação, mesmo assim acho que seria necessário explicar, por exemplo, que Dorothea era realmente uma bruxa e que somente depois ela foi possuída por um demônio. Faltaram também explicações de o que é a Clave, como funciona a trégua entre caçadores de sombras e habitantes do submundo. E cadê o Raphael? Faltou ele também, mas de qualquer forma ele terá que aparecer no filme seguinte, Cidade das Cinzas e isso é tudo o que direi sobre a continuação. Enfim, recomendo que leiam o livro antes de assistir para ter uma compreensão maior desse mundo. Como já li todos os livros, para mim foi incrível, cada cena foi uma sensação de familiaridade que não tem preço. No beijo de Clary e Jace o cinema foi à loucura, foi lindo de ver e não consigo descrever a sensação boa que senti quando vi.
Cena do beijo entre Clary e Jace.

Lily Collins estava perfeita como Clary, Jamie Campbell se saiu melhor como Jace do que eu imaginava e Robert Sheehan nasceu para ser o Simon. Atuação ótima de todos os atores, o roteiro ficou muito bom, acredito que pelo fato da Cassandra Clare acompanhar toda a gravação.

O final caminhou bem, mas infelizmente os produtores do filme estragaram a surpresa que se a mantivesse, só seria revelada no terceiro filme. Hodge fala para Valentim mentir e dizer que Clary e Jace são irmãos, mas no livro essa fala não acontece. Acho que estragou o suspense que iria rolar. Do mais, filme maravilhoso, irei assistir novamente no cinema e recomendo muito. Tem tudo para se tornar um fenômeno mundial.

Isabelle, Simon, Clary, Jace e Alec na festa do Magnus Bane.



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Livros que não terminei #1 - Lua Nova

Postado por Diarios De Leitura - quarta-feira, agosto 21, 2013 - com 6 comentários
Muitos leitores já passaram por uma situação parecida, você compra ou pega emprestado certo livro, cria expectativas sobre ele, começa sua leitura e de repente nada mais faz sentido, o livro não lhe agrada em nada, por diversos motivos diferentes, até tentamos chegar ao seu final, mas não somos fortes o suficiente, o livro não ajuda e por fim acabamos abandonando a leitura, algumas até com certo alívio. E com isso em mente vamos fazer esse depoimento de livros que tentamos ler e por algum motivo ele foi deixado de lado.

Nesse ínicio de artigos não irei contar o primeiro livro que abandonei, mas sim o que me deu mais motivos para isso. Foi o livro Lua Nova, da autora norte-americana Stephenie Meyer. Este é o segundo volume da série de livros Crepúsculo, neste livro Edward Cullen decide abandonar Bella Swan devido  alguns acidentes causados em seu relacionamento, já que Bella é uma humana e Edward um ser imortal. Sem seu grande amor ao seu lado, ela volta sua atenção para outro personagem da trama, Jacob Blake, neste livro vemos a amizade destes dois personagens evoluir e a busca de Bella para rever seu verdadeiro amor.

Primeiramente eu não li o primeiro livro da série, eu apenas vi o filme, que já não tinha me chamado muito a atenção, porém quis ver como seria essa história contada de uma maneira mais elaborada, que é o que se espera, que o material escrito possua de superior ao cinema. Sou acostumado a ler histórias mais descritivas, em que o ambiente e os personagens possuem vários detalhes e maneiras de demonstrar quem são e o que são, ao ler esse volume da série simplesmente não encontrei nada disso.

Não sei se foi pelo fato de não ter lido o primeiro volume, mas muitas coisas da narrativa não me agradavam por serem muito genéricas, os cenários são qualquer coisa, o que ela descreve não é uma cidade com um nome e uma localização (eu sei que a cidade tem um nome e localização, mas isso não é aproveitado caracterizando-a), ela possui traços de qualquer cidade do interior norte americano, você não tem pontos de referência de absolutamente nada, nenhuma ligação, em um momento estamos na casa de Bella, noutro na escola, e do nada nos mudamos para a floresta.

O mesmo se aplica para os personagens, simplesmente você não consegue ter empatia por eles, pois ele não nos passam sentimentos nenhum, não conseguimos ver diferentes lados ou evoluções simples que sejam, assuntos que não chegam a lugar nenhum.  A parte da compra das motocicletas com as duas crianças é algo muito confuso, você não entende quem está falando e nem parece que os personagens estão conversando entre si. Se estes conceitos são explicados no primeiro livro, isso se torna algo menos relevante, já que se trata de uma continuação, porém algo a mais deveria se entregue ao leitor.

Para não dizer que não gostei de nada que me foi apresentado, o sonho que a Bella tem no começo da história, em que ela se vê velha ao lado de Edward com sua aparência jovial, é um conceito que seria muito bom para ser explorado como principal nesse livro, mas ele passa batido como uma curiosidade e é esquecido, pois o sofrimento de Bella e seus devaneios com seu amado tomam todo o foco da história até a parte que parei de ler. A narrativa é estática, sempre a mesma coisa, sem mudanças, tudo que Bella faz e pensa é entediante.

Parei minha leitura na parte em que Bella descobre que quando ela é sujeita a altas doses de adrenalina consegue manter um contato de poucos instantes com Edward, foi exatamente na hora em que ela pula do penhasco que eu decidi parar minha leitura, já estava cansativo toda depressão que o personagem passava para o leitor. Tentativas de suicídio para pequenos momentos com uma ilusão da pessoa que supostamente ela não poderia viver sem também é um conceito que não me agrada, ainda mais pela faixa etária do publico que o livro atinge.

Esse livro definitivamente não foi feito para mim, sei que a série possui muitos fãs e foi um sucesso de vendas no mundo todo, mas o que posso fazer? Ele não me agrada, tanto que não consegui terminá-lo, não sou o público alvo desse tipo de literatura, vi todos os filmes da série, mesmo assim não gosto deste universo que Stephenie Meyer nos apresentou, vejo muitos erros e controversas que ele criou e pelo visto a autora também deve ver algo, já que ela diz se afastar cada dia mais de sua obra.

Tenham uma boa leitura (ou não).



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Resenha #18 - Com o amor de uma fada

Postado por Diarios De Leitura - terça-feira, agosto 20, 2013 - com 2 comentários


Ficha Técnica
Título: Com o amor de uma fada
Autor: Eliane Galavote
ISBN: 978-85-411-0137-0
Páginas: 160
Ano: 2012
Editora: All Print







Resenha

Esthela é uma fada que vive em Avalon e tem a oportunidade de ir para a sua primeira missão, para cumpri-la com sucesso e ganhar sua varinha mágica.

Ela foi enviada para morar com Dona Ana, sua suposta tia e sua missão seria resgatar Pedro Henrique da escuridão e do mundo das drogas no qual estava sendo influenciado por Paulão a entrar. Pedro Henrique era uma ótima pessoa, bom aluno, popular, porém tudo isso mudou quando seu pai saiu de casa para morar com a secretária. Ele sentiu seu mundo desabar e ficou rebelde, irritando os professores na escola e se isolando de todo mundo. Esthela adorou seu primeiro dia na escola e fez novas amizades. Logo conheceu Pedro, que não tirava os olhos dela, mas não deu o braço a torcer e só a observou de longe.

Esthela terá que ter muito cuidado com Paulão, que é um traficante drogado que tenta obrigar Pedro a comprar suas drogas para arrecadar algum dinheiro e ela o salva dos maus bocados várias vezes com seus poderes de fada que ainda funcionam mesmo ela não estando em Avalon.

Dessa forma, Esthela tenta se aproximar de Pedro Henrique para lhe ajudar e assim cumprir sua missão para voltar para Avalon.

Gostei muito do livro, a escrita da Lya é bem dinâmica e mostra o ponto de vista tanto de Pedro Henrique quanto de Esthela. O livro é fininho, tem apenas 158 páginas e por isso eu o li bem rápido. A história é bem envolvente e te deixa curiosa a cada final de capítulo. Gostei do final do livro, porém não foi nenhuma surpresa, já que pelo decorrer do livro deu para perceber o que ia acontecer. 

A única coisa que não gostei foi da sinopse do livro na contra capa, que dá um spoiler muito grande da história e acabou que consegui prever o que ia acontecer no final apenas por lê-la. Do mais, recomendo a leitura.






Parceria #7 - Eliane Galavote

Postado por Diarios De Leitura - terça-feira, agosto 20, 2013 - com 1 comentário
A nossa autora parceira da vez é Eliane Galavote com o livro Com o Amor de uma Fada.



Lya Gallavote (Eliane Galavote), nasceu em Mogi das Cruzes, em vinte e três de agosto de 1973. É professora há 19 anos, em São Paulo, onde vive com sua família. Recebe todo o apoio e ajuda do marido e dos dois filhos em seus projetos. É fanática em ler romance e apaixonada por histórias de amor. 






O livro já chegou, mais tarde vou postar a resenha dele aqui no blog, enquanto isso deixo a sinopse para vocês ficarem curiosos rs.

Esthela é uma jovem fada, cuja primeira missão é ajudar Pedro, um garoto problemático que está prestes a se perder no mundo sombrio das drogas. Para isso, Esthela deixa Avalon e parte para o mundo mortal. Mas ela percebe que sua missão não será assim tão fácil quanto ela achou que poderia ser. O mundo mortal é uma tremenda bagunça e Pedro está mais perdido do que imaginava. Seria uma fada capaz de se apaixonar? 




segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Stephenie Meyer superou Crepúsculo

Postado por Diarios De Leitura - segunda-feira, agosto 19, 2013 - com 3 comentários
A escritora americana Stephenie Meyer afirmou ter "superado" a saga "Crepúsculo", sua mais famosa obra literária, em entrevista à revista "Variety".
Publicada a partir de 2005, a saga rendeu quatro livros ("Crepúsculo", "Lua Nova", "Eclipse" e "Amanhecer") e cinco filmes em Hollywood, sucessos absolutos de público, especialmente entre as mulheres.

"Eu me afasto [de 'Crepúsculo'] a cada dia", disse Meyer. "Já superei e muito. Para mim, não é um lugar feliz para estar."

Atualmente, a autora está promovendo o filme "Austenland", comédia produzida por ela em sua empresa Fickle Fish. No longa, a atriz Keri Russell vive uma grande fã da escritora britânica Jane Austen, que planeja tirar férias num resort inspirado em sua obra do século 18.

Meyer ainda descartou voltar a escrever sobre os personagens de "Crepúsculo".
"O que eu poderia fazer é preparar três parágrafos no meu blog dizendo quais personagens morreram. Estou interessada em passar tempo em outros universos, como a Terra-Média", declarou, em referência ao mundo fantástico criado por J. R. R. Tolkien (1892-1973) em "O Senhor dos Anéis".

Eu achei seus comentários uma falta de respeito com os fãs da saga, até porque todo o dinheiro que ela ganhou como escritora foi com Crepúsculo.
Não sei o que pensar com relação a ela querer escrever sobre Terra-Média, é um estilo totalmente diferente do universo de Crepúsculo. A maioria das pessoas estão falando que ela irá estragar tudo e bla bla bla, mas eu vou dar um voto de confiança para e esperar para ver, quem sabe essa nova história não fica boa?

domingo, 18 de agosto de 2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Resenha #17 - Estação Jugular

Postado por Diarios De Leitura - sexta-feira, agosto 16, 2013 - com 0 comentários
Ficha técnica

Título: Estação Jugular

Subtítulo: Uma estrada para Van Gogh

Autor: Allan Pitz

ISBN: 9788582180068
Páginas: 129
Ano: 2012
Editora: Dracaena










Resenha

Encarnamos em um homem fugitivo, que em seu desespero corre para uma estação rodoviária, lá entra no primeiro ônibus que encontra, com somente ele e o condutor no veículo e pede ao motorista para que se apresse e saia logo daquele lugar. Com este início de adrenalina, os dois viajantes seguem por uma longa estrada, sempre em linha reta, passando por paisagens inquietantes das diversas áreas da região que estão, em situações que variam de desconforto, angústia, reflexão e calma em uma grande viagem espiritual e filosófica.

Temos em mão um ótimo volume de literatura brasileira, pegando claras referências de “A Divina Comédia”, trazendo para os tempos contemporâneos. Este livro irá trazer momentos de reflexão ao leitor junto com um enredo de aventura que tornam esta estória uma ótima escolha para os que procuram este tipo de leitura. Com todas as referências bem fechadas e todos os “arcos” nela impostos formando uma lógica bem escrita, este conto nos faz querer lê-lo de uma maneira contínua e sem pausa, o que é algo aconselhável já que seu volume de páginas é pequeno.

Os capítulos são pequenos, geralmente entre três e cinco páginas, cada uma respondendo as perguntas geradas pelo anterior, ao final de cada ciclo de explicações e pensamentos, uma citação conclui o ponto de vista anteriormente apresentado.

A narrativa é fluída, utilizando de uma linguagem fácil para o leitor, isso não deixa a leitura cansativa, em junção a isso, toda a estória é contada em primeira pessoa, trazendo o leitor para mais perto do personagem, assim nos sentimos tão perdido quanto ele e afeiçoamos mais com suas constantes evoluções ao decorrer da viagem.

Este livro pode começar como uma aventura, porém seu cunho real é a espiritualidade, mesmo para as pessoas que não tenham crenças, é uma leitura muito válida por diversos motivos: história bem escrita, diversidade nos assuntos espirituais, críticas sociais, diferentes pontos de vista, entre outros. Um livro que será guardado em lugar de honra na sua estante.

Boa Leitura.





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Parceria #6 - Sidney Santborg

Postado por Diarios De Leitura - quarta-feira, agosto 14, 2013 - com 3 comentários
Olá pessoal! Temos mais um parceiro no blog, o Sidney Santborg, autor do livro Escola de um Destino, que já chegou e em breve terá resenha por aqui.






BIOGRAFIA:

Sidney Santborg, nasceu em Coroatá-Ma, atualmente mora no Rio de Janeiro; formado e pós-graduado em Direito, pela Faculdade de Ciências Jurídicas da  UniverCidade  no Rio de Janeiro. É escritor e advogado, publicou seu primeiro livro “Escola de Um Destino” pela Ed. Livros Ilimitados, que segue divulgando e já está se dedicando ao seu novo livro. Mantém um Blog, onde escreve seus contos, poesias, letras de músicas, crônicas, pensamentos, sonhos e seus devaneios. Seus textos têm sido citados no Brasil e no exterior.


Onde comprar os livros:  Sites da Saraiva, Siciliano, Cultura, Travessa, Livros Ilimitados 

Clique aqui e veja o book trailer.


SINOPSE:
Com o livro Escola de um Destino, o leitor ganha combustível para buscar a realização de seus sonhos e enfrentar os percalços apresentados no decorrer da vida. Em um universo de poucas oportunidades, o esforço e dedicação os levam a uma realidade até então apenas vista pela televisão. Mas será que esse novo mundo pode modificá-los? Será que as más in fluências podem corromper aqueles que têm uma meta na vida? O início é duro, sair do convívio da família e da cidade para estudar em uma grande escola, onde todos os dias se faz necessário uma prova de força de vontade, superação e comprometimento com o estudo, pois os fracos se deixam levar... Mergulhando em abismos que os afastam do sonho e do foco principal.




Resenha #16 - Percy Jackson e O Último Olimpiano

Postado por Diarios De Leitura - quarta-feira, agosto 14, 2013 - com 4 comentários
Ficha Técnica:

Título: O Último Olimpiano

Título Original: The Last Olympian
Autor: Rick Riordan
ISBN: 9788598078908
Páginas: 384
Ano: 2010
Tradutor: Raquel Zampil
Editora: Intrinseca






Resenha:

Eis que chegamos ao final da série Percy Jackson e os Olimpianos e esse livro é cheio de acontecimentos, emoções, adrenalinas e vários outros sentimentos que ele desperta.

Tifão, o maior monstro de todos os tempos foi despertado e os deuses do Olimpo estão tentando detê-lo numa batalha que parece não acabar nunca. O único deus que está de fora da luta é Poseidon, que está lutando contra os espíritos do oceano que estão atacando seu castelo. Aproveitando toda essa distração, Cronos vai em busca de seu ataque ao Olimpo e como todos os deuses estão em suas batalhas, são os meio-sangue que terão que proteger o Olimpo.

Percy está quase completando 16 anos e a Grande Profecia está prestes a se cumprir, aumentando mais ainda a tensão entre todos. Podemos acompanhar a evolução de Percy ao decorrer dos cinco livros, está mais corajoso, mais dinâmico e também mais preparado para as batalhas, por conta das que enfrentou nos livros anteriores e por isso está no comando do acampamento meio-sangue nessa luta contra Cronos, ao lado de Annabeth, Grover e Thalia, juntamente com os outros campistas.

O livro possui muita ação, mas também tem o romance quase declarado de Annabeth e Percy, que já estão agindo como se fossem um casal e é muito interessante ver como os dois são conectados, lutam extremamente bem juntos, quando um pensa o outro faz.

A narrativa continua bem fluída como nos livros anteriores e os acontecimentos te prendem de tal forma que você não quer parar de ler. A  parte mitológica da história está bem marcada, mas o lado humano também é representado. Esse livro foi um final perfeito para a série (apesar de não ser o meu favorito, que no caso é A Batalha do Labirinto), com um desfecho impressionante. E mais uma vez, recomendo muito essa série, vale a pena ler.





terça-feira, 13 de agosto de 2013

Resenha #15 - Memórias de uma Gueixa

Postado por Diarios De Leitura - terça-feira, agosto 13, 2013 - com 0 comentários
Ficha técnica

Título: Memórias de uma Gueixa
Título Original: Memoirs of a Geisha
Autor: Arthur Golden
ISBN: 8531206057
Páginas: 457
Ano: 2006
Tradutor:  Lya Luft

Editora: Imago





Resenha

No Japão, início do século vinte, um pescador preso a uma vida miserável, decide tomar uma decisão brusca, vender suas duas filhas como escravas. Chiyo, uma menina de 9 anos de idade é levada para Tokyo, lá é vendida novamente, desta vez para uma pensão de uma mulher responsável por passar ensinamentos de como ser uma gueixa, mas não se engane, isso não é uma honra, pois se Chiyo conseguir se tornar um dia uma gueixa, ela deve voltar todos seus lucros para sua “dona” e um dia ela pode ser vendida.

Na pensão existe uma mulher que já está sendo criada para ser uma gueixa, seu nome é Hatsumoto, que vê em Chiyo uma possível rival e torna sua vida em um verdadeiro inferno, sempre inventando estórias e a colocando em situações para que ela se veja em maus lençóis com a senhora da pensão, que pode abandoná-la ou vendê-la.

Temos uma história cheia de cultura histórica oriental, todos os costumes e jeitos das pessoas estão bem descritos este livro. As personalidades dos personagens são muito bem exploradas, os personagens são apenas “preto ou branco” todos tem seus lados, sua nuances. Os cenários descritos de forma detalhada, temos as duas guerras mundiais no meio desta estória, então recebemos a reviravolta do cenário e do comportamento das pessoas.

O enredo se foca na transformação da pequena Chiyo na mulher que ela está destinada a ser, todos os passos e traumas que a personagem passa. Outro ponto forte são a diversidades de coisas que  envolve, todos os pontos são bem ligados, formando uma história redonda. A vida que nossa protagonista passa é muito sofrida, isso em certos momentos do livro se tornam massante, nada ocorre como ela prevê.

Este livro é uma boa leitura, válida tanto pela cultura quanto os personagens que nos são apresentados, em alguns momentos se tornando cansativo, porém isso não faz a obra perder seu real valor.


Boa Leitura.





segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Resenha #14 - Se Arrependimento Matasse

Postado por Diarios De Leitura - segunda-feira, agosto 12, 2013 - com 2 comentários
Ficha técnica

Título: Se Arrependimento Matasse
Autor: Alma Cervantes
ISBN: 9788576799955
Páginas: 240
Ano: 2013
Editora: Novo Século






Resenha

A história se inicia quando Alex, Rebeca e Alice (que é homem, achei um diferencial legal do livro) que são amigos da época da escola, decidem se encontrar depois de muito tempo sem se ver.

Combinaram então de ir até o hotel da família de Alex e passar três dias por lá. No primeiro dia, Alex teria que ajudar os pais a receber um negociador muito importante que iria ao hotel naquele dia, porém não apareceu. Mais alguns hóspedes chegam ao hotel naquele dia e todos acabam jantando juntos. Quando estão prestes a dormir, há uma queda de luz e logo após alguns instantes, Rosa, a empregada do hotel, encontra o cozinheiro morto.

Todos entram em pânico. Quando tentam telefonar, descobrem que as linhas foram cortadas e os carros sabotados, sendo assim, estão presos no hotel. Frederica, uma hóspede misteriosa resolve investigar os fatos numa corrida contra o tempo, já que todos estão correndo perigo.

Gostei muito do livro, é completamente envolvente já que é necessário que o autor fique atento a todas as pistas deixadas que aos poucos vão revelando o assassino. O legal é que todo mundo é suspeito, mas ao mesmo tempo ninguém parece ser o responsável por isso, o que te deixa mais ansioso ainda para saber o final. Para quem gosta de suspense que faz querer ler o livro todo de uma vez, recomendo Se Arrependimento Matasse.

A única coisa que me incomodou foi a falta de tempo e local, mas principalmente o tempo, já que não é citado o ano em que se passa. Já o local (cidade/estado/país) não foi tão agravante assim porque te permite imaginar qualquer lugar do mundo e qualquer hotel, você não fica tão limitado, mas em algumas partes do livro senti falta dessa descrição.


Me surpreendi positivamente com o final e com os motivos para o assassino fazer o que fez, por ser tão inesperado, acredito que o desfecho surpreenderá a todos. 






domingo, 11 de agosto de 2013

Resenha #13 - Percy Jackson e a Batalha do Labirinto

Postado por Diarios De Leitura - domingo, agosto 11, 2013 - com 5 comentários
Ficha técnica

Título: Percy Jackson e a Batalha do Labirinto

Título Original: The Battle of the Labyrinth

Autor: Rick Riordan

ISBN: 9788598078700
Páginas: 392
Ano: 2010
Tradutor: Michele de Aguiar Vartuli
Editora: Raquel Zampil




Resenha

Percy Jackson tenta voltar a uma rotina comum nas férias do acampamento meio-sangue, ele frequenta uma nova escola, porém como bem sabemos, um semideus nunca possui uma vida normal. Nesta nova escola, nosso protagonista é atacado (novamente) por demônios em forma de lideres de torcida. Após enfrentar esse “desafio”, Percy retorna ao acampamento meio sangue, onde numa competição de uma das atividades do acampamento, ele descobre uma entrada secreta, uma porta que leva para um corredor um tanto estranho.

Ao comentar isso com seus amigos, eles descobrem que aquele lugar é o labirinto de Minos, feito pelo grande inventor da antiguidade Dédalo, para o rei Minos. Percy possui um dom de conseguir sonhar com a visão de Cronos e ver o que o Titã está fazendo no momento, com isso descobre que seu inimigo pretende usar o labirinto para enviar um exército ao acampamento em um ataque surpresa. Comunicando isso a Quirion, o responsável pelo acampamento, sua companheira de aventuras Annabeth é escolhida para liderar uma missão ao labirinto para impedir que o exército chegue ao seu destino e tentarão encontrar Dédalo para ajuda-los.

O labirinto é apresentado como uma entidade viva, que cresce, se protege e brinca com os personagens, causando vários momentos espontâneos na estória. Outro ponto positivo são as diversas ligações que o labirinto tem com os Estados Unidos, fazendo uma viagem pelo país todo com apenas algumas páginas. Este volume da saga parece ter um conteúdo não tão infanto-juvenil quanto os outros, temos o drama passado por Nico sobre sua personalidade que é bem explorado em diversos momentos, o mesmo acontece com Annabeth. Outro personagem bem explorado é a mortal Rachel Elizabeth Dare, que possui o dom de poder ver os monstros e os semideuses, ela possui um papel muito importante nesta história.

A narrativa se mantém no padrão dos outros livros, sempre com uma mescla de terceira pessoa com os pensamentos de Percy em primeira pessoa. As situações que os personagens são expostos são mais bem elaboradas devido à complexidade do local em que eles se encontram, vemos que os mesmos estão mudados, estão mais crescidos, observamos claramente isso pelo próprio Grover, é comentado de sua aparência física, e percebemos a mudança do “maluco desastrado” para alguém que carrega uma responsabilidade nas costa que é mais reforçada com o andamento da aventura.

Este livro prepara uma “bagagem” de informações e situações mais interessantes que os anteriores para o último volume da série, os personagens evoluem de uma maneira visível que não menospreze o leitor. Vemos que se trata de um livro mais evoluído.





Boa Leitura.


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Capas por aí #2 - Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Postado por Diarios De Leitura - sexta-feira, agosto 09, 2013 - com 2 comentários
Olá, leitores!
Hoje é dia de mais um post da coluna Capas por aí.
A capa de hoje é do livro Percy Jackson e o Ladrão de Raios (pra quem não conhece, tem resenha aqui), aproveitando o especial PJO que estamos fazendo em homenagem ao filme Percy Jackson e o Mar de Monstros que estreia na semana que vem no dia 16/08.

Os que eu mais gostei foram os da França e da Alemanha.

E vocês, quais gostaram mais?


Alemanha
China


França
Grécia


Inglaterra
Israel


Japão
Rússia


Tailândia
Estados Unidos














África do Sul